4.2.17

TALIAFERRO EM 2018, GOTTFREDSON EM MARÇO E OUTROS TESOUROS!

Salve amigos e visitantes do "Chutinosaco", hoje completo (Incompletos) 10 anos no ar!
E os "Deuses dos quadrinhos" sabem quantas vêzes o nosso "avião de postagens" enfrentou tormentas e quase (Se não caiu) aterrissou de emergência!
Só para citar uma dessas "panes secas": foi na ocasião que o meu PC "morreu" e o que felizmente  já resolvi, com a ajuda providencial do amigo Vargas do Gremio - enviando do Rio Grande do Sul um "upgrade" cuja placa-mãe e periféricos, remodelaram o "dito cujo computadorial".
Agora, o assunto de hoje é: "Será que os blogs influenciaram as editoras brasileiras a publicarem tanta novidade?"
Caso específico da Editora Abril com seus "Disney de Luxo" - os encadernados (Que encarecem mensalmente o bôlso de muita gente) com seus títulos importantes e outros, nem tanto!
O lançamento deste mês trouxe o: "Tesouros Disney 1" - que reproduz no papel várias histórias inéditas no Brasil de 1950 a 1960 e coincidentemente algumas lançadas em gibi virtual, por êste que vos escreve, no meu: "Almanaque Anual 2014".
Recebi muitos emails de gente que percebeu isso (Difícil realmente não ver) e questionou - por isso explico aqui (Ou tento explicar).
É claro que os responsáveis pelos quadrinhos da Abril estão "antenados" com o que postamos - e vão sentindo o desejo dos fãs de quadrinhos Disney, e aí publicam muitas de nossas sugestões.
Talvez por isso que chega esta "enxurrada do bem" de encadernados temáticos!
Na verdade, os direitos são da The Walt Disney Company e da editora brasilleira - que lança nas bancas o que quiser, puder e na periodicidade que bem entender!
O que eu fiz (E pretendo continuar fazendo) é postar o meu desapegado carinho de fã em sempre compilar histórias inéditas - de autores Disney, clássicos ou não - e com isso, manter viva a memória do meu "passado quadrinistico" - que faz com que depois de tantos anos, as pessoas ainda todos os dias venham ao "Chutinosaco" - quer seja da China ou do Katmandu - para ver se tem "gibi ou Chutientevista hoje"!
Eu já aviso aos navegantes da web que vou colecionar o: "Gli Anni d'Oro di Topolino" que será lançado em março (Segundo a divulgação da Abril) a coleção italiana de 37 volumes do "Corriere de La Serra" traduzida, com TÔDAS as tiras do Floyd Gottfredson.
Na Itália, vinha até um fac símile dos primeiros gibis do "Topolino"...seria uma idéia realizar aqui também esse "presentinho" com as edições do "Mickey" (1, 100, 200, 300...)?
Também dizem por aí que em 2018 que o meu queridíssimo Al Taliaferro também estará nas bancas pela Abril - vindo da Editora americana IDW, em volumes históricos com TÔDAS suas tiras diárias e dominicais! EU TAMBÉM QUERO!! (Rsrsrsrs)



 
Ainda nêste mês eu postarei o primeiro "Disney 300 - Al Taliaferro" com suas histórias de 1950 a 1960, "tiradas" de: "O Pato Donald" e "Mickey".
Além de um Super Especial com a vida, a carreira e as tiras INÉDITAS restauradas com o texto original do Mestre em Março, quando voltarei com Chutientrevistas INÉDITAS e novos gibis virtuais, além dos "clássicos" publicados no Brasil e no mundo!
Um abraço e até mais!

LUIZ DIAS

14 comentários:

  1. Luiz:

    Saudações!

    Não esmoreça!

    Grato pelo seu trabalho despretensioso e abnegado, o qual nos possibilita reviver os momentos de lazer tão necessários nos dias de hoje.

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  2. Parabéns Luiz! O que dizer além de um IMENSO OBRIGADO?!

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  3. parabens meu caro
    continue com esse trabalho

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  4. Olá Luiz, igualmente meus parabéns e principalmente por alertar o pessoal da Abril com estas raridades que eles estão nos brindando mensalmente. Abração PalBR+

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  5. Grande LUIZ! Trabalho maravilhoso! Vida longa ao CHUTINOSACO!!!!

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  6. Espetacular!!
    - Já tem 10 volumes (em 5 boxes duplos ou avulsos) publicados pela Fantagraphics só com o Mickey de Floyd Gottfredson. Essa Editora é fabulosa! Lançaram no mesmo esquema durante anos até cncluitem todas as tirinhas de Peanuts, de 1950 até o ano 2000 em 26 volumes ou 13 boxes com dois volumes também. A Abril é pífia e não tem cabedal profissional para sondar o mercado brasileiro para cisas do tipo. Bastaria uma pesquisa em títulos importados que povoam as livrarias nacionais, principalmente depois de 2003 para ver o apetite para lançamentos responsáveis e completos, de verdade. - A piada deles com o acervo de Carl Barks (tiveram a cara-de-pau de entitular de "Obras Completas" que só atingiu os 41 volumes por que os fãs bombardearam a "editora" com indignação ao pararem as publicações inicialmente em 20 (sim, 20 volumes) e parcamente distribuídos. Trabalham com "tentativa e erro" e cada vez mais limitados pelo encolhimento e endividamento, fruto da sua conhecida "linha editorial" de décadas e histórico trevoso que fez com que suas rendas de vendas diretas caíssem imensamente. Venderam o prédio sede e outros sinais de futuro e aparentemente inexorável final que, infelizmente, afetam nosso acesso ao acervo Disney no País também. Notícias que circularam na internet, baseados em publicações de contratos SEM licitação para a sua revista semanal pelo Estado de SP mostraram do que vive, em última análise o antes império Civita. Triste. Antes jogassem logo a toalha e dessem lugar a um empreendedor comprometido com o mercado (mesmo) e com a tradição Disney.Fico babando (eu e milhares) vendo os títulos na Amazon. Mas isso foi desde o começo - a história é turva de como a EBAL (pioneira) perdeu os direitos de publicação da Disney para o Civita e dos heróis Marvel e DC, anos depois para a editora do famigerado e conhecido por suas lides "estranhas" o conhecido internacionalemte "capo" Roberto Marinho. Para essa e outras histórias os prefácios do livro em quadrinhos "Garra Cinzenta"falam, documentadamente. Desculpe o desabafo, Luiz mas acho importante divulgar essas coisas. Só sabendo é que se pode combatê-las... Excelente trabalho o seu!!

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    1. Salve, Antonio!
      Inicialmente, muito obrigado por suas palavras!
      As informações colocadas por você à meu ver, são explicadas por decisões (infelizes) como: o cancelamento de gibis como "Mega" e "Jumbo", onde os fãs(Como eu) ficaram a ver navios..."indo à pique"!
      Também por isso, veremos que não seria possivel talvez a publicação do Gottfredson (Em P&B original) da Fantagraphics, e sim o material (Colorizado)italiano do "Corriere De La Sera", por problemas financeiros (Valores diferentes das matrizes)?
      Infelizmente, estamos à mercê desta triste situação, incerta e dolorosamente incontrolável da outrora "Potência Abril"!
      Um grande abraço!

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  7. Tadeu Olivetti27/02/2017 09:17

    Barks, Gottfredson, Taliaferro em edições de luxo sempre foram sonhos de colecionadores de quadrinhos.
    Aprendi a ler com o Mickey e o Mancha Negra de Murry e os patos de Barks nos longínquos anos 60. Compro, sempre que possível as edições americanas da Fantagraphics e da IDW. Acredito na existência de mercado fiel para esses quadrinhos clássicos; espero que a Editora Abril lance a coleção completa de Gottfredson e que venham Taliaferro e Murry para os próximos anos.

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    1. Nosso desejo é o mesmo, caro Tadeu. O futuro da Abril não é dos melhores pelos fatos com que ela convive, colheita de sua linha empresarial antes de tudo, portanto acho sem esperança que ela tenha a visão de voltar a crescer encampando novos horizontes. Há uma cultura na Editora, uma tradição desde seu fundador de que "sucesso" se obtem pelos meios que semore usaram e que fizeram-nos chegar onde chegaram. O fato é que todo modelo perverso pode até atingir um pico por um tempo mas se destroem a si mesmos depois. Com a internet e a disseminação da informação do vasto acervo da Disney, um exemplo mas não o único, da qualidade soberba de publicações em outros países a falácia e o engodo que sempr usaram vai derrubando-os naturalmente. Eu não consigo comprar um título sequer dessa editora. Quando vejo algo palatável lembro que estaria contribuindo para ela se fortalecer e fazer mais do que sempre fez: manipulou o mercado publicando o que seriam sagas inteiras sem sequencia, sem respeito, truncadas pois "os Homer's não tinham como saber" como diria um capo de outro braço trevoso da mídia nacional. As descobertas com a internet não param de vir: histórias de Barks e Murry que tiveram Mickey e Donald cuidadosamente apagados e substituídos por um Zé Carioca inexpressivo e completament fora de contexto como detetive ao lado do Pateta ou ranzinzando com os escoteiros mirins são um exemplo de como eram escudados e faziam o que queriam por um período no País. A ironia é que viveriam de "informação" e é esse mesmo fator, verdadeiro, que os aniquila. Abraços!

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    2. Tadeu Olivetti28/02/2017 10:59

      Bom dia Antonio.
      Lamentavelmente, os interesses financeiros estão acima da melhor expressão da arte.
      No caso dos quadrinhos Disney e de outros personagens de fora deste universo, as descaracterizações das personalidades originais dos personagens levaram à bancarrota os títulos das revistas de todos eles. Barks, Taliaferro, Murry, Gottfredson, Canini, Sta Lee, John Romita, Steve Ditko, Jack Kirby deram às suas criações personalidades que, em hipótese alguma, poderiam ser adulteradas; porém, não foi isso que aconteceu. Por isso continuo relendo o material antigo e torço o nariz diante de novo.
      Grande abraço!!!

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    3. Compartilho do mesmo pensamento e essa afinidade pode levar a conversa longe! Lembrei de que tem gente fazendo melhor que isso e conservando o traço e a personalidade de personagens mesmo com criadores mortos ou já bem idosos: confira os 2 ou 3 últimos álbuns do Asterix e delicie-se. Leia as tirinhas do Recruta Zero de 2016 e anos recentes (DCP WebRips ou DCp Digital como referência) e maravilhe-se. Mort Walker agora partilha mais "assessoria"com o filho Greg e as tirinhas do Zero só ganharam mais gags (ótimas) com tablets, Wi-fi e smartphones (sem exagero) mas no mesmo espírito e humor, e eu diria, ainda melhor e mais crítico que antes. A filha de um dos criadores de Asterix prefacia o primeiro desses álbuns sem seu pai e dá um aval que logo se torna nosso ao vermos que sim, Asterix pode perfeitamente durar gerações incólume. Ao par disso estou "me acabando" com TODAS as tiras do Calvin e Hobbes (Haroldo pra nós) em um achado do Submarino que cortou pela metade o preço da livr Cultura, zerou o frete e me mandou (depois que só olhei e não comprei) um cupom de 10%. Bill Watterson conta no texto de abertura o motivo porque parou e nós que amamos a pureza de caráter das criações de sucesso, tiramos o chapéu para ele que resistiu, inclusive, a ceder o Calvin para andar de cara em lancheiras e camisetas, e demais (e com isso deixou de ficar milionário e de dar milhões ao meio - imagine a pressãoo sobre ele!!). Abs!

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  8. O fim da Abril vai surpreender MUITA gente no mercado editorial escroto que temos. O mesmo foi com a Manchete, Casas da Banha, A FNM, a Ducal, editora Edrelm Sendas e outros baluartes de nossa época de crianças ( anos 60, 70 e parte dos 80! ). Morre o fundador, o nome, a empresa e ficamos a ver navios sem velas e sem motores...os quadrinhos no Brazyl vai viver outra era de trevas infanto-juvenis como na época do Tico-Tico no fim e das poucas aventuras nos quadrinhos nacionais ou importanbandeados daqueles tempos....voltaremos a 1949 quando Civita e outros como a Ebal demonstraram interesse(?), vivacidade(!) e alegria pela nossas infâncias contra aquele marasmo de quadrinhos pífios de um Tico-Tico e diversos "Biribas" sem sal...logo ficaremos sem a Abril e só vai sobrar minguadas editoras e as caras distribuidoras ou até livrarias de importados pra nos atender. Vai ficar tudo caro como nos anos 40 quando revistas importadas custavam o olho da cara - é o que diz meu pai de 85 anos! Dançaremos como patos!!

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  9. O vácuo possível a ser deixado pela Abril ela mesma já o providencia em sua "vida" já de si meio zumbi. O namoro com o extremismo, sua natureza polarizando jornalismo (impensável no conceito da palavra) já alerta mesmo seus apreciadores e leitores contumazes que desejam isenção de algum nível, pelo menos. Do caos, esperemos, venham empreendedores dignos dos anseios e capacidades do mercado local e tenhamos o abandono da mediocridade que, convenhamos, em termos Disney só não foi pior por conta do peso do controle de qualidade da marca que embora tenha caído nas últimas décadas (que chamo pós-Barks) ainda assim seria temerário desafiar demais. Esse sábado passado fui na Livraria Cultura e sempre visito o stand de quadrinhos. Ainda do lado de fora vi uma ediçAo com uma capa feita de uma tela a óleo de Barks. Ansioso folheei e li uma por uma das entradas no índice, Não havia sequer uma história do nosso bom Carl. Com a proposta de trazer histórias inéditas e com uma encadernação de luxo, pareceu-me o extertor simbólico da Editora pois o preço extrapolou, proporcionalmente o preço em dólar convertido, com custos de envio de uma edição de Mickey da Fantagraphics, "Mickey Mouse de Gottfredson, acima de R$76,00 se lembro bem. Um auditor-consultor perspicaz e com liberdade de atuação já teria programado um fim digno da Editora, ou quase-honrosa finalização, O problema é que o que sustentava a Editora principalmente há não muito tempo eram as vendas massivas sem licitação ao Estado de SP de revistas semanais. O vício é velho e passou às gerações seguintes... Nossos descendentes merecem e é perfeitamente possível. Se bem que a Disney, ela mesma apresenta decadencia de padrões de seus personagens mais caros. Exemplos não faltam: Asterix, as histórias atuais e as tirinhas do Recruta Zero (Beetle Bailey), agora desde os anos 2000 e pouco com a fantástica manutenção da verve de Mort Walker agora com o filho Greg mandando mais do mesmo Recruta hilário, com gags com iTrecos e internet mas sem perder o rumo, nem no traço nem na personalidade, nem na sátira que o elegeu mesmo lá, no país mais alienado e guerreiro do mundo como um dos baluartes do protesto em bom humor contra a morte inútil de milhões das guerras. Uma delícia de se ler. Esperanças há de que indo-se o ruim, venha algo melhor. Abs!! (O papo está excelente, obrigado!)

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