7.2.16

MEU GIBÍ ANTONIO AYRES 11

ATENÇÃO: Façam seus downloads novamente, pois foi feita uma nova diagramação nesta edição!

Nosso amigo Antonio Ayres, do blog "Mundo Quadrinhos" nos envia mais uma edição da sua revista virtual com exclusividade! Além da volta do personagem "Saturnino" com "Seboso" e "Beroso", temos o "Capitão Ciência" - de Walter Johnson - adaptado pelo próprio Ayres. Divirtam-se! 

Desenhos e Diagramação: Antônio Ayres / Produção: Chutinosaco


31.1.16

O PATO DONALD 112

Oficialmente, esta é a primeira postagem de um gibi em 2016 aqui no"Chutinosaco" - e que comemorava o quarto centenário da cidade de São Paulo (1954), cuja capa foi desenhada  por Álvaro de Moya!

Scan: Esquiloscans / Tratamento: Chutinosaco

LINK GRATUITO PARA DOWNLOAD

13.1.16

A PRIMEIRA TIRA A GENTE NUNCA ESQUECE!

No dia 13 de janeiro de 1930, o Mickey saía da tela grande para estrear nas tiras de jornais. A "King Features Syndicate" que desde o ano anterior assediava Walt Disney com a proposta de transformar o personagem em histórias desenhadas em série - no ainda incipiente mercado de quadrinhos - passou a publicar em diversos jornais dos Estados Unidos a aventura: "Lost on a Desert Island" ("Mickey na Ilha Misteriosa" no Brasil), cujo sucesso fez com que o personagem - em poucos mêses - veiculasse diáriamente em 40 periódicos de 22 países.
Na época, os primeiros produtos comercializados com a imagem e o nome do personagem começavam a surgir e, juntamente com o "Clube do Mickey" (Uma grande ideia de marketing sugerida e organizada pelo gerente do cinema Fox Dome, em Ocean Park na Califórnia), fizeram do camundongo um fenômeno popular, cultural – e até mesmo social – sem precedentes nos Estados Unidos.

“Achei positivo que uma façanha publicitária como essa, combinada com uma tira em quadrinhos (…) possa nos ajudar a transformar essa série em uma das maiores coisas que já apareceram” - escreveu Disney em uma carta particular, citada pelo escritor Neal Gabler no livro "Walt Disney: O Triunfo da Imaginação Americana".
A primeira revista em quadrinhos Disney, no formato e estilo editorial que definem esse gênero de publicação, foi lançada em janeiro de 1931, nos Estados Unidos, pela editora David McKay.

"Mickey Mouse Series" era um gibi que reunia, em 62 páginas em preto e branco essas tiras originalmente publicadas nos jornais. Tinha periodicidade anual e durou quatro edições. Alguns historiadores já apontam o álbum: "Mickey Mouse Story Book", lançado pela mesma editora no dia 15 de novembro de 1929, como o primeiro título em quadrinhos Disney.
confusão é compreensível: apesar de ser um livro de prosa ilustrada, com adaptações das aventuras dos desenhos animados, esta publicação apresentava algumas páginas com painéis sequenciais, semelhantes a tiras. Enquanto isso, na Itália, já a partir do dia 16 de abril de 1931, quando apareceu no jornal: "L’Illustrazione del Popolo", Mickey dava o "pontapé inicial" para uma saga vitoriosa das HQs Disney naquele país. Em dezembro de 1932, o personagem estrelava o tabloide: "Topolino Giornale"- nem sempre apresentando materiais originais ou autorizados pela Disney. 
O periódico se transformou, de fato, numa revista em quadrinhos somente em abril de 1949 - quando adotou o tamanho tradicional do gibi: "Topolino". Em 22 de maio de 2013, chegou ao número 3.000, publicado ininterruptamente, e êsse fato foi comemorado com uma edição especial. 
A Itália merece um capítulo à parte nessa aventura de mais de oito décadas. Êsse pais foi,  e continua sendo o maior produtor de histórias em quadrinhos da "Família Pato" além de outros personagens dos distintos núcleos editoriais das criações de Walt Disney. Ainda em 1938, quando o regime fascista de Benito Mussolini proibiu a entrada de quaisquer quadrinhos norte-americanos no país e seguiu assim durante a Segunda Guerra Mundial, iniciou-se por lá uma produção própria dessas HQs. O resultado é sentido até hoje. 
Os quadrinhos da "Turma de Patópolis "estão dentre os mais consumidos na Itália, que se “apoderou” dessa galeria de personagens "como se fosse sua propriedade" e a tornou uma poderosa instituição editorial que se mistura com a própria origem da nona arte italiana, e já se enraizou na cultura local. 

MARCUS RAMONE (Texto extraído de: "Universo HQ")

4.1.16

CHUTI RETROSPECTIVA 2015

Salve amigos do "Chutinosaco" - espero que tenham tido boas festas, e estejam preparados para mais um ano de muitas perspectivas (Ou expectativas) e quem sabe, muitas soluções (Ou novas questões insolvíveis)!
De minha parte, eu pude viver (E curtir muito) uma experiência espetacular de: 26 a 29 de dezembro (Quase sem comer e dormir) que me deixou extasiado e hiper maravilhado, pois disputei a "VI Gincana Esquiloscans" - comemorativa de seus 10 anos de existência. 
Consegui o prêmio do segundo lugar numa sensacional e emocionante disputa, com verdadeiras "feras" dos quadrinhos Disney. 
Ganhei essa edição ORIGINAL do "Almanaque Tio Patinhas 01 (Dez/1963)" - o SONHO de todo fã de gibis Disney, no Brasil e Portugal!



Agora, para explicar melhor esta incrível competição, eu convidei: Edilson Souza, um dos fundadores do Grupo Esquiloscans, e um dos idealizadores desta Gincana memorável:

"As Gincanas já são tradição do Grupo deste sua primeira versão em 2008. 
As regras, características e demais direcionamentos, foram resultado de uma evolução natural, sempre levando em consideração, as observações dos participantes. 
Por exemplo: há alguns anos, o Brito se queixou do caráter de pesquisa de Internet que ela estava assumindo, com perguntas que podiam ser respondidas com a capacidade afinada de poder pesquisar nos mecanismos de busca. 
Ele achava incoerente, pois a gincana devia favorecer ao verdadeiro amante dos quadrinhos, e se alguma pesquisa tivesse de ser feita, que o fosse nos quadrinhos! 
Como resposta, a gincana seguinte foi totalmente voltada para fatos dos gibis, e como resultado, o Brito a ganhou.
E isso não significou que a garotada e o pessoal de internet tenha perdido a capacidade de vencê-la. 
Prova disso é o Matheus, que voltou a vencer uma gincana neste nível, usando a intuição e a astúcia, aliadas a uma grande habilidade e gosto para ler gibis, que não são de sua época.


A Gincana sempre é produzida com cerca de três meses de antecedência. 
Eu bolo o tema, e desenvolvo toda a parte gráfica, bem como seleciono todas as questões. Também oriento as funcionalidades que desejaria ver implementadas. 
Mas o cérebro por trás de toda a programação, é o Marques. É dele cada detalhe de funcionalidade, cada procedimento e todos os movimentos do sistema. 
Ano passado, eu tinha pensado em fazer uma grande gincana dos Esquilos... provavelmente a última, mas não sabia se ia poder contar com o Marques, em virtude de vários problemas que ele vinha tendo lá em Portugal. 
Comecei a montar a gincana para que fosse manual, como a primeira e a segunda versão. 
Fui a Portugal, com a ideia de convence-lo a criar a VI Grande Gincana, e trouxe na mala, a promessa dele de que a faria. Assim foi que ela realmente foi criada.
Na versão passada, eu criei duas modalidades. 
Uma para os "feras" e outra para os neófitos (Acaba que as duas eram difíceis pra xuxu - ahah). Tive de bolar 200 questões. 
Nesta, embora fosse uma única modalidade, tive de criar 250 questões, e deixar que a sorte cuidasse de distribuí-las.



Nesta gincana, o concorrente testa sua sorte numa "Slot Machine" que sorteia em qual categoria lhe seria apresentada a pergunta (Muito fácil, fácil, media, difícil e .... horrível - ahah). 
Na verdade não tinha pergunta muito fácil - ahahah. E o que teve de gente reclamando que a roleta era viciada...eheheh, não foi fácil, mas estava rigorosamente dentro das leis da probabilidade.



Toda parte gráfica é feita no Corel Draw, e depois exportada para formato jpeg, sobre as quais o Paulo Marques monta as "text box", os botões e links.
Ele ainda teve de criar o banco de dados que seria utilizado e cuidar principalmente da compatibilidade entre os vários navegadores. Também a programação, é um estado de arte, pois não tem nada de simples no trabalho que ele desenvolve.
Além do que, ele e eu temos que desenvolver sempre tudo bem escondido...porque existem membros esquilos com acesso ao nosso servidor. 
Assim, é necessário criar um ambiente separado para ir montando a Gincana.



Desde as primeiras versões, a quantidade total de perguntas feitas girou em torno de 100. 
Mas uma preocupação, era que em gincanas difíceis demais, sempre acabavam com dois ou três corredores muito bons - e fáceis demais, o vencedores sempre eram previsíveis.





Pois há entre os esquilos, uma meia dúzia de obstinados como: você - Luiz, o Juris, o Leitão, o Matheus e o Brito - e os "Não tanto assim" como o Rui e o Zon, por exemplo. 
Então tem que haver um mecanismo para fazer a Gincana render, sem perder o interêsse!
E esse é o maior desafio: ser difícil, mas ser divertida.




Quanto aos prêmios, eles são angariados ao longo do ano... toda graninha que sobra nas contribuições (Coisa que não anda acontecendo muito ultimamente - ahah), 
E também com a sempre enorme ajuda dos amigos (Em especial o Veras e eventualmente, o Rui), eu compro alguns itens interessantes no Ebay, para servir de prêmios. 





Já ofereci como prêmios: uma Litografia exclusiva e assinada do Carl Barks, um original colorido do Pat Block, estatuetas da "Black Horse", reproduções assinadas por Don Rosa... só coisa fina!




Este ano foram: Um mega livrão importado do Don Rosa...um gibi No 1 original de 1963 do "Almanaque Tio Patinhas", e um print fantástico...e autografado do Don Rosa."


ATENÇÃO: A Gincana agora foi transformada em Quiz Cultural - SEM PREMIAÇÃO - aberto para quem quiser participar (Seja um Esquilo ou não) necessitando apenas criar um login e senha, enviando um email para:

gincana@esquiloscans.com.br



Os novos concorrentes serão cadastrados e saberão como funciona uma Gincana do Grupo Esquiloscans.

P.S: Não haverá um prazo pré determinado para tirarmos do ar.


Grande abraço

EDILSON SOUZA

20.12.15

MEGA DISNEY 04

Estamos chegando ao fim de mais um ano - mega turbulento em nosso país, com incertezas e indecisões politicas que infelizmente afetam (E muito) a vida de nós, brasileiros! 
O Grupo Esquiloscans e a restauração do amigo Ricardo Drehmer - de uma revista que certamente, é o MAIOR gibi Disney do mundo!
A atitude de Paulo Maffia e a ousadia da Editora Abril em cada uma das 800 páginas, fará com que a obra de Walt Disney ainda seja lembrada e reverenciada por muitos anos! Divirtam-se!

Scan: Esquiloscans / Tratamento: Ricardo Drehmer


ATENÇÃO: EM BREVE NÔVO LINK CORRIGIDO!

1.12.15

A INCRÍVEL FÁBULA DE LOBOPUAVA E OS ESQUILOS

O Grupo Esquiloscans completa 10 anos de atividade - ininterrupta - em resguardar em seus scans históricos, especificamente da obra - em quadrinhos - de Walt Disney - não só no Brasil, mas de tôdos os países - onde ainda são, ou já foram publicadas essas revistas.
Certamente vocês estão lendo gibis dêles, e hoje podem ter em seus HDs GRATUITAMENTE para toda a eternidade, a prova dessa dedicação que começou com Edilson Souza (Já entrevistado anteriormente), e...um Lôbo?
Nessa Chutientrevista exclusiva, conheça agora o misterioso Lobopuava: o outro fundador do Esquiloscans!




1) Lobopuava, muito obrigado mesmo por responder a estas Chuti perguntas. Gostaria de saber duas coisas inicialmente: se você é um colecionador (Quais os gibis de que mais gosta) e também que nos contasse como você conheceu o Edilson Souza, e de como surgiu a idéia incrível de fundarem o Grupo Esquiloscans?



R: Na verdade, não posso me considerar um colecionador, no sentido mais rígido da palavra. Os colecionadores almejam juntar todos os exemplares de suas edições preferidas.
Eu, desde muito tempo, me dedico a conseguir todas as revistas, objetos, filmes, músicas e séries que me trazem as lembranças da minha vida. Todo item que eu guardo tem uma história associada a êle. Eu tive como a maioria de nós, uma infância e juventude atribuladas, mas fui feliz em desfrutar de muito gibi Disney, que são os meus preferidos.
Tinha uma quantidade razoável de revistinhas no início dos anos 80, mas um incêndio em nossa casa consumiu tudo. Nos anos 90 eu decidi recuperar a minha perda, e desde então venho coletando peça a peça as minhas lembranças. Infelizmente, não tenho condições de repor tudo, e sempre conto com a ajuda de amigos esquilos como o Edilson e principalmente o "Imperador" Nero, que sempre me cedem várias delas. 
Quando eu encontrei o Edilson na Internet, imediatamente nos identificamos com o ideal de conservar e divulgar os quadrinhos Disney, e passamos vários meses escaneando tudo o que nos chegava às mãos. Tivemos a sorte de encontrar em nosso caminho, três amigos colecionadores que foram importantes nessa empreitada: o Nero, um mega colecionador que nos emprestou varias raridades, o Gerd Foerster com suas milhares de peças, e o Marcelo Mandau, um vendedor que nos fornecia muitas revistas dos anos 80 e 90!
Da minha parte, nunca tive a intenção de ver o grupo figurar entre as celebridades da web - era um trabalho árduo, gigantesco e ao mesmo tempo quase invisível. Queria mesmo era preservar para tempos melhores. Tínhamos muito medo dos tais direitos autorais.




2) Em 2011, o Grupo Esquiloscans abriu suas portas para os "Blogueiros BR/PT" que se tornaram parceiros em divulgar seus scans raríssimos que contam a história dos gibis Disney, do mundo todo. Como foi tomada esta decisão na época, e como você vê este relacionamento hoje? 








R: Os principais mentores desta idéia foram o Edilson e o Paulo Marques, eu fiquei na retaguarda (no bom sentido, é claro), mas apoiei. Era uma solução viável para a divulgação dos scans do nosso estoque que legitimaria todo o nosso trabalho.
Afinal, não tinha sentido em colecionar scans e mantê-los escondidos para sempre. Nesta época, eu já andava um pouco ausente do grupo de discussão dos Esquilos, em razão do meu trabalho e alguns problemas de saúde. Porém, mesmo nos bastidores eu continuei a colaborar, sempre estando em contato com o Edilson, opinando e pesquisando. Quando decidimos abrir os estoques aos vários blogs parceiros, o que fizemos com firmeza e cautela, todos os administradores do grupo foram consultados.
Nenhum se pôs contra! Hoje, vemos que acertamos, pois estamos lentamente notando a retomada do público de quadrinhos (Não só Disney). 
Sou um pouco avesso a scans tratados, porque acho que eles tiram a originalidade do material que eu conheci na época, mas tem lá seus méritos, quando restauram alguma peça que estava ilegível. O papel mais importante e positivo de nossos parceiros é disseminar as historinhas e conquistar novos amantes da arte!




3) Quais são seus personagens de quadrinhos preferidos (Disney ou não). E quero saber também, se lembra qual foi seu primeiro gibi? Como você vê as publicações Disney de hoje (Com muitos artistas italianos e dinamarquêses) e os títulos de gibis que você ainda coleciona?




R: Gosto muito do Tio Patinhas e do Donald, especialmente nas histórias de Barks, o Zé Carioca do Kato e Canini e o Mickey, também aprecio igualmente. 
Sou fã principalmente das histórias dos anos 60 e 70, me recordo que meu primeiro contato com gibis Disney foi exatamente num "Tio Patinhas" 53. 
Realmente - sei que é uma heresia, mas minha preocupação maior é apenas ler - gostar ou não gostar é conseqüência.
Tirando Barks e o Murry, talvez em virtude de seu famoso Mickey, eu realmente não conheço muito dos outros Mestres. Tem muita coisa que me interessa, não só no Universo Disney, e faço dessas maravilhosas leituras um contraponto na estressada vida que levo. 
Elas me ajudam a superar as dificuldades que cotidianamente me aparecem. As revistas atuais não me atraem, vejo a arte muito deformada e inclusive o caráter dos personagens, “estragados” em algumas histórias. 
Isso me desagrada e então, eu passo longe. Sei que ainda se faz coisas boas, e vez ou outra tenho boas surpresas quando percorro o estoque dos Esquilos. Há histórias interessantes de artistas italianos, como o Casty (Como também existem as péssimas).




4) Agora agradecendo, e já parabenizando você, um dos fundadores do Esquiloscans pelos 10 anos de dedicação do Grupo, nesse amor incondicional á obra em quadrinhos de Walt Disney (Sem nenhum interesse lucrativo) onde se preserva verdadeiramente a sua memória. 
Meu caro Lobopuava, por favor, deixe uma mensagem para os amigos e visitantes do "Chutinosaco". 



R: Fico feliz que o trabalho que realizamos lá nos primórdios dos Esquilos, tenha sido mantido e ampliado por muitos colaboradores.
Eu sinto muito não ter podido estar mais presente em todas as fases do grupo, pois os problemas de saúde e família que Deus me reservou foram bem pesados. Contudo estou sempre de olho no que vem acontecendo no EsquiloScans - cuidando da forma que posso para que o grupo se mantenha coeso e ativo. 
Nunca tivemos a pretensão de monetizar nosso trabalho, e fico chateado quando vejo alguém vendendo scans feitos por outras pessoas. Isso é muito triste, porém as alegrias têm compensado as notas tristes, pois hoje, quem compra scans, merece o rótulo de otário, uma vez que estão todos aí à disposição de um clique. 
Sinto-me orgulhoso de ter iniciado esse trabalho lá pelos idos de 2004, e mais ainda quando várias pessoas igualmente sem pretensões financeiras juntaram-se ao nosso projeto.
Agradeço o empenho e a colaboração de vocês todos dos blogs, e em especial a você Luiz Dias, com seu maravilhoso Blog "Chutinosaco" (Apesar de achar dolorido, eu adoro esse nome, hehehe) que também se preocupa em contar a nossa história. 
Estarei sempre por aqui quando o assunto fôr quadrinhos Disney.
Estou nesse momento, ajudando o Edilson à elaborar a nossa Gincana de Dezembro.
Espero que apreciem. Um abraço!!





LOBOPUAVA
Grupo Esquiloscans

6.11.15

CHUTI REVELAÇÃO: MARCO GERVÁSIO É O PROTETOR DE FANTOMIUS!


Hoje o nosso entrevistado  é o jovem desenhista de quadrinhos Marco Gervásio - que nos conta aqui um pouco do seu incrível trabalho e da sua "cumplicidade"...com um lendário ladrão - um pato galanteador e extremamente decidido a gravar seu nome: "Fantomius" - no panteão dos mais famosos personagens Disney.



1) Mestre Marco Gervasio, em primeiro lugar, obrigado por me dar esta entrevista. Gostaria de saber onde e como, você começou a trabalhar com quadrinhos da Disney? Quais artistas e personagens que sempre te inspiraram - dentro e fora, do "Mundo Disney"?


R: Eu comecei a desenhar os personagens da Disney desde que eu era criança. Depois fui crescendo, mas nunca abandonei o Mickey e sua turma. Eu fiz alguns desenhos que tive a oportunidade de apresentar para o Giovan Battista Carpi, em 1996 numa Feira de Quadrinhos, em Roma.
O Mestre gostou do meu trabalho e me apresentou à Academia Disney. 
Um ano depois, publicaram a minha primeira história no gibi: "Topolino".






Os artistas que me inspiraram são, sem dúvida: Giorgio Cavazzano, mestre indiscutível para os quadrinhos da Disney (E outros) e também, o Albert Uderzo - para os quadrinhos humorísticos, não Disney. 
O personagem que eu mais amo no mundo é o "Superpato" - de quem eu produzi várias histórias - e agora estou cuidando de seu precursor, o "Fantomius". 
(Personagens) Não Disney, adoro "Asterix" e os quadrinhos do "Zagor" de Bonelli , mais realistas.




2) "I Guardiani dei Cristalli" (2003 - Inédita no Brasil) de Alberto Savini. Como foi trabalhar com Emilio Urbano e Andrea  Lucci, desenhando essa História de 104 páginas em conjunto? O que você acha de uma aventura que juntasse essas duas "famílias" por exemplo: em uma aventura na festa de Natal?


R: Desenhar "I Guardiani dei Cristalli" foi uma boa experiência, embora eu não goste de fazer uma história (Embora serializada) a duas mãos. Realizar uma aventura com todos os personagens da Disney juntos seria muito divertido de fazer, mas também muito difícil de roteirizar. Os dois mundos (Ratos e Patos) dificilmente coexistem.




3): A aventura mítica: "Os Mágicos de Mickey"(2006 - Stefano Ambrosio) foi um grande sucesso no Brasil. Você já trabalhou com vários desenhistas (Alessandro e Lorenzo Pastrovicchio, Perina, Mazarello e Mangiatordi) a seu ver, como foi realizar esta colaboração em 266 páginas deste saga?


R: "Os Mágicos de Mickey", foi uma bela e completa empreitada. Na verdade, cada um dos vários artistas que desenharam a saga, deu a sua perspectiva dos três magos, sem interferir demais com a visão dos outros. Especialmente, porque tivemos o grande Stefano Ambrosio "comandando" êsses grandes artistas, e coordenando tôda a saga. 
Eu gostei de desenhar meus dois episódios - mas também percebi, que a fantasia não é o meu tema preferido.




 4) "As Fabulosas Façanhas de Fantomius - Ladrão de Casaca": como você teve esta incrível idéia de contar em novas aventuras - e numa atmosfera "noir" - o surgimento da lenda de "Fantomius" - apenas mencionado nas histórias do "Superpato" - de Guido Martina?


R: Como eu disse, eu amo o Superpato e sempre fiquei muito impressionado e curioso com as suas origens. Essa presença apenas citada por Guido Martina deste "ladrão educado, lendário e misterioso" do passado (Fantomius) sempre me intrigava.
Eu achei que era um personagem que poderia render muito ainda, e que valeria a pena aprofundar mais.



Foi quando resolvi escrever as primeiras histórias sobre êle, situando-o num "nôvo" mundo - mais retrô (Anos de 1920) e "noir" - com a quantidade certa de "mistério e segrêdo", que sempre caracterizou as minhas fantasias quando era um menino.
E, claro, trazendo tôda a diversão que sempre deve acompanhar as histórias de Walt Disney.




Felizmente, os leitores tem apreciado as minhas idéias e o "ladrão cavalheiro" continua seus negócios escusos - sem mêdo.



5) Quais são os filmes, livros e personagens que inspiraram você a fazer esta saga espetacular? Quanto tempo ainda teremos as aventuras de "Fantomius" e "Dolly Paprika"? Você acha possível fazer uma aventura onde o Pardal inventasse uma máquina do tempo, e o Superpato se encontrasse com Fantomius, nos dias de hoje?




R: Em relação aos livros, eu li todas as histórias de "Arséne Lupin", de Maurice Leblanc (1864-1941). 
Em seguida, "Sherlock Holmes", de Conan Doyle e 'Hercule Poirot" de Agatha Christie (1890-1976). 




Já no cinema, certamente: os quatro filmes de "Fantomas"(André Hunebelle - 1964) com Louis de Funès (Que me inspirou a criar o Comissário Pinko) e tôda a saga da "Pantera Cor de Rosa"(Blake Edwards - 1963) com Peter Sellers.



E, também todos os filmes relacionados com os anos de 1920 - época onde se passam as histórias de "Fantomius" - como o belíssimo: "O Artista" (Michel Hazanavicius - 2011) para citar apenas um.
Mas também todos os outros que marcaram minha imaginação, como por exemplo: "King Kong" (Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack - 1933). 


As aventuras de Fantomius e Dolly por enquanto, continuam a "todo vapor" - mas, como eu disse, até pensei como finalizar a saga - que certamente, não será eterna. 
Agora...quanto à uma reunião entre "Superpato" e "Fantomius"... eu já tenho "alguma coisa" em mente!



6) Eu pergunto, se você já esteve no Brasil, e se você conhece o personagem: "Pelezinho" - do desenhista Mauricio de Sousa - que representa o jogador Pelé quando criança? E também - como perguntei ao Sofriti e ao Ermetti, em entrevistas recentes no meu blog - você planeja fazer algum dia, uma história - talvez, sôbre futebol - com o "brasileiro": Zé Carioca?




R: Eu nunca estive no Brasil, mas eu adoraria um dia, poder visitá-lo. 
Eu conheço o Mauricio de Sousa, um autor muito talentoso.
Ele criou o "Pelézinho", mas eu fiz o "PaperTotti" (Representação Disneyana mirim do jogador do Roma, Francesco Totti)  - por isso, temos algo em comum! 
Atualmente eu não estou planejando uma história com o simpático Zé Carioca, mas nunca se sabe! 
Talvez...e se Fantomius fôsse ao Brasil e encontrasse um "jovem Zé"?




7) Uma vez mais, agradecendo sua participação, gostaria de pedir um desenho autografado para mim, e para os amigos do "Chutinosaco" - com "Lorde Quackett" e seu alter ego, "Fantomius"? E pedir para que deixe uma mensagem final para seus fãs no Brasil.



R: Um abraço romano, bem caloroso para os meus fãs do Brasil!
Eu agradeço a sua paixão acompanhando o meu trabalho e prometo que farei de tudo para não decepcionar. E quem sabe, mais cedo ou mais tarde, possamos nos encontrar no Brasil?



MARCO GERVASIO

MARCO GERVASIO IN ITALIANO


Oggi il nostro intervistato è il giovane designer di fumetti Marco Gervasio - che qui ci racconta un po 'del vostro lavoro straordinario e la sua "complicità" ... con un ladro leggendario - uno galante anatra, ed estremamente determinato a scrivere il suo nome: "Fantomius", nel pantheon dei più famosi personaggi Disney.


1) Maestro Marco Gervasio, prima grazie per averci concesso questa intervista. Mi chiedo dove, e come hai iniziato a lavorare con i fumetti Disney? Quali sono gli artisti , e personaggi che hanno sempre ispirato - dentro e fuori, di "Mondo Disney"?



R: Ho iniziato a disegnare i personaggi Disney fin da quando ero bambino. Poi crescendo non ho mai abbandonato "Topolino" e company e ho realizzato alcune tavole che ho avuto occasione di presentare nel 1996 a Giovan Battista Carpi, in una Fiera del Fumetto romana.
Il Maestro ha gradito i miei lavori e mi ha introdotto all'Accademia Disney. L'anno dopo, la mia prima storia è uscita su "Topolino".
Gli artisti che mi hanno ispirato sono prima di tutto: Giorgio Cavazzano, Maestro indiscusso per i fumetti Disney (E non solo) e poi Albert Uderzo, per il fumetto umoristico, non Disneyano.
Il personaggio che più amo nel mondo Disney è "Paperinik" - di cui ho realizzato numerose storie e adesso mi sto occupando del suo antesignano "Fantomius".
Al di fuori di Disney amo "Asterix", per l'umoristico e "Zagor" della Bonelli per il realistico.



2) "Il Guardiani dei Cristalli"(Inédita in Brasile) di Alberto Savini. Com'è stato lavorare con Emilio Urbano e Andrea Lucci, disegnare questa storia di 104 pagine insieme? Cosa ne pensi di eseguire una avventura che unisce queste due famiglie - ad esempio: un'avventura nella festa di Natale?



R: Disegnare "Il Guardiani dei Cristalli" è stata una bella esperienza, anche se non amo molto realizzare una storia (Sebbene a puntate) a più mani. Eseguire un'avventura con tutti i personaggi Disney assieme sarebbe molto divertente da disegnare, ma anche molto difficile da scrivere. 
I due mondi (Topi e Paperi) difficilmente convivono.




3) L'avventura mítica: "Wizards of Mickey" (Stefano Ambrosio) è stato un grande successo anche in Brasile. Hai lavorato con diversi autori, come è stato quello di svolgere questa collaborazione nelle 266 pagine, di questa saga?



R: "Wizards" è sta una bella e completa impresa. In realtà, ognuno dei vari autori che  ha disegnato la saga ha dato una sua visione dei tre maghi senza interferire troppo con la visione degli altri. Tanto più che c'era l'ottimo Stefano Ambrosio che tirava le fila di tutti e coordinava alla grande tutta la saga. 
Mi sono divertito a disegnare i due episodi che ho realizzato nonostante il fantasy non sia il mio "campo" preferito.




 4) "Le Strabilianti Imprese di Fantomius, Ladro Gentiluomo": come ha fatto questo incredibile serie di contare su nuove avventure - un atmosfera "noir" - come ha fatto la leggenda di carattere  "Fantomius" - citato solo nei racconti di "Paperinik", di Guido Martina?



R: Come dicevo, amo "Paperinik" e da sempre sono stato molto impressionato e incuriosito dalle sue origini. 
Quella presenza appena citata da Martina di questo leggendario e misterioso ladro gentiluomo del passato: "Fantomius", mi ha sempre intrigato.
Ho pensato che fosse un personaggio che poteva dare tanto e che valeva la pena di approfondire, così quando ho avuto l'occasione ho scritto le prime storie su di lui, creandogli attorno un mondo "nuovo", retrò (Anni 20) e noir - con la giusta dose di mistero e di "segreto" che da sempre contraddistinguono le mie fantasie da ragazzo.
E ovviamente non ho tralasciato il divertimento che sempre deve accompagnare le storie Disney.
Fortunatamente anche i lettori hanno apprezzato le mie idee e il ladro gentiluomo prosegue le sue imprese furfantesche, senza timore.



5) Quali sono i film, o libri, e personaggi che ti hanno ispirato a fare questa spettacolare saga? Quanto tempo avremo le avventure di "Fantomius" e "Dolly Paprika"?  Pensi che possibile di fare un'avventura in cui il Archimede inventare una macchina del tempo, e Paperinik finito l'incontro con Fantomius, in questi giorni?



R: Per i libri, ho letto tutte le storie di "Arsene Lupin" di Maurice Leblanc, e poi lo "Sherlock Holmes" di Conan Doyle e "Hercule Poirot" di Agatha Christie.
Per i film, sicuramente la saga di Fantomas con Louis De Funès (Da cui il Commissario Pinko prende molta della sua imbranatezza), e la saga della "Pantera Rosa" con Peter Sellers e poi tutti i film legati agli anni in cui si svolgono le stori e di Fantomius, gli anni 20, come il bellissimo "The Artist", per dirne uno.
Ma anche tutti i film che hanno lasciato un segno nella mia immaginazione, come per es: "King Kong".
Le avventure di Fantomius e Dolly, come dicevo, per ora navigano a vela spiegata , ma ho  pensato a una fine della saga - che quindi non sarà illimitata.
Per l'incontro tra "Paperinik" e "Fantomius"... ho già "qualcosa" in mente!




6) Mi chiedo: tu eri già in Brasile, e se si conosce il carattere "Pelèzinho" - del autore di fumetti  Mauricio de Sousa - che rappresenta come un bambino, il giocatore Pelè? 
E anche - come chiesto (Donald) Sofriti e (Libero) Ermetti in una recente intervista per mio blog - si pensa di fare un giorno - una storia, magari di calcio - con il carattere "brasiliano": Jose Carioca?





R: Non sono mai stato in Brasile, ma mi piacerebbe molto un giorno poterlo visitare. Conosco Mauricio de Souza, un bravissimo autore.
Lui ha creato "Pelèzinho" - io invece ho disegnato "PaperTotti", abbiamo qualcosa in comune!
Per ora non ho in programma una storia con il simpatico "Carioca", ma non si sa mai... magari se "Fantomius" finirà in Brasile potrebbe incontrare un giovane "Jose Carioca"?




7) Ancora una volta, ringraziando la loro partecipazione, vorrei chiedere un disegno autografato per me, e per gli amici di "Chutinosaco" - con "Lord Quackett" e il suo alter ego, "Fantomius"? 
E chiedere loro di lasciare un messaggio finale per i tuoi fans brasiliani.



R: Un abbraccio romano caloroso ai miei fans del Brasile!
Vi ringrazio per la vostra passione nel seguire i miei lavori e prometto che ce la metterò tutta per non deludervi. E chissà che prima o poi non ci si possa incontrare in Brasile!



MARCO GERVASIO

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