1.8.15

FRANCESCO ARTIBANI NA CHUTIENTREVISTA ESPECIAL

Conversando comigo nesta "Chutientrevista" - o jovem autor de aventuras inventivas, com temáticas sempre mesclando o épico e o moderno com doses de drama e comédia - Francesco Artibani - o autor de "A Última Aventura"(Tio Patinhas 582/583) e da adaptação de: "Moby Dick"(Tio Patinhas 580) para os quadrinhos. Certamente, hoje já é um dos principais roteiristas de histórias dos personagens Disney. Francesco, muito obrigado pela sua participação!



R: Bom dia, Luiz! Respondo suas perguntas, e qualquer coisa além que quiser saber, é só dizer!



1) Quando, e como você começou a trabalhar, fazendo roteiros para histórias de Walt Disney? E quando você escreve, você sabe quem será o artista que vai transformar suas idéias em desenhos?


R: Eu comecei a trabalhar com a Disney no início dos anos noventa, entre 1991 e 1992. Eu enviei meu primeiro script à Massimo Marconi que, além de ser um grande escritor - na época também era responsável pela redação. Quando eu escrevo uma história, eu não sei quem será o desenhista - por isso, para mim o resultado sempre é uma grande surprêsa. Escrever roteiros sem conhecer o artista é um bom exercício porque me obriga a ser claro e preciso nas descrições de cada página.



2) Seus roteiros são particularmente meticulosos, e nos fazem viajar nas aventuras. Na minha opinião, é clássico e moderno ao mesmo tempo. Como você faz sua pesquisa de trabalho, quando você tem uma idéia?


R: Muito obrigado por essa sua observação. Nas histórias que eu escrevo eu tento fazer exatamente isso, uma mistura na aventura de personagens clássicos com elementos modernos, ou incomuns que possam trazer algumas surprêsas e até algumas reviravoltas. As tramas que imagino sempre começam de uma idéia ou uma intuição minha onde, depois de me cercar de informações históricas sôbre aquêle período, eu finalmente aprofundo meu argumento. A parte do meu trabalho que eu mais gosto é buscar tôda essa documentação para a construção do meu enrêdo, porque para mim é sempre uma oportunidade para novas descobertas.



3) Vou falar sôbre um alter ego do Pato Donald que eu realmente gosto muito. Suas aventuras roteirizadas com o Superpato tem 70 páginas, como: "Terremoto", "Invasão!" entre outras. Eu me pergunto como foi que você teve a idéia incrível de mudar "o mundo" do personagem, que foi criado por Elisa Perina e Guido Martina, em 1969?



R: A nova versão do "Superpato - Paperinik" (Conhecido em italiano pela abreviatura "PK") nasceu porque o personagem tradicional criado no final dos anos de 1960 começou a se tornar metódico e menos divertido do que era no início de sua carreira. Em meados dos anos de 1990, os quadrinhos americanos de super-heróis havia atingido seu pico e por isso a Editora montou um grupo de jovens autores (Na época, éramos jovens!) para tentar repensar o "Superpato" com um nôvo visual mais próximo ao dos "Comics" americanos. Assim nasceu um formato de história em quadrinhos mensal com aventuras numa versão mais adulta: "PK" - design, gráficos e côres mais agressivas. Na Itália, se tornou um grande sucesso, que até hoje tem grande número de seguidores e contribuiu para formar uma geração de autores e leitores.



4) Uma de suas primeiras histórias com o Pateta foi: "Pippo e I Cavalieri Alati" (1998- inédita no Brasil) - que por exemplo, é uma história épica. Os editôres também escolhem os temas a serem usados em seu trabalho criativo?


R: Sim, os temas são sempre sugeridos pelos editores (Quando é necessário a redação encomendar a preparação de roteiros específicos). No caso dessa história de três partes que você comentou - do "Pateta, O Cavaleiro Alado" a idéia foi minha. Nós continuamos a fazer êsse tipo de experiência até hoje, pois é muito divertida. Colocar os personagens da Disney em mundos alternativos, oferecendo diferentes versões desses mesmos personagens, mas sempre fiel aos originais.



5) Conte-nos sobre a sua experiência de escrever com Tito Faraci: "Mickey e o Resgate do Vapor Willie" - onde o personagem volta ao passado?


R: Essa história foi criada em 1997 para o aniversário de 70 anos do Mickey. Eu e o Tito Faraci discutimos as sugestões e idéias - como seria natural quando trabalhamos a quatro mãos, em um projeto que era especial em tôdos os sentidos - tendo a imagem do Mickey de hoje e devolvê-lo às suas raízes (As do curta-metragem "Steamboat Willie").
Ficamos trancados em casa e trabalhamos dia e noite, dividindo o mesmo teclado. Foi um momento muito especial e que provávelmente, não se repetirá! (Apesar que eu trabalhei depois com Tito, utilizando novamente o mesmo procedimento que citei, para outras duas histórias da Disney e uma longa aventura do "Lôbo Alberto"(Personagem Non-Disney) desenhada por Giorgio Cavazzano).



6) As suas idéias de capas para a revista "Topolino" são alegres, sempre com um tema divertido. Como é trabalhar com Corrado Mastantuono?


R: Com o Corrado eu fiz milhares de capas até o início do século XXI. Êle é super talentoso no traço - e sei que pode desenhar qualquer coisa, seja o Mickey ou o Tex - sempre a níveis altíssimos de excelência. Eu fiz esbôços de layout para várias capas do "Topolino" e quando enviei à redação, aquelas que eram aprovadas pelos editôres acabavam na mesa do Corrado - que as transformava em verdadeiras obras-primas! Fazer as capas é muito cansativo, porque você tem de ter uma idéia que seja simples e eficaz, ao mesmo tempo - tôdas as semanas. Mas, sempre que eu puder trabalhar com Corrado será uma festa!



7) Você criou a história: "A Última Aventura do Tio Patinhas" onde o personagem tem de enfrentar TÔDOS os seus inimigos ao mesmo tempo. Depois você o transporta para o clássico : "Moby Dick" - que, na minha opinião, a sua adaptação é uma obra-prima do clássico de Herman Melville. Como é que foram as inspirações para essas maravilhosas aventuras?
R: Não tenho como explicar! As idéias vão chegando...e nem tôdas que aparecem, eu consigo aproveitar. Só espero captar muitas outras mais, e por muito mais tempo!   



8) Superpato em: "Poder e Potência" (Mega Disney 07) podemos esperar mais histórias com este personagem incrível nas próximas edições da revista "Topolino"?


R: Aquela foi uma história feita no verão de 2014, que trazia o Superpato (Na sua versão moderna) nas bancas de jornais e nas páginas do "Topolino". Depois desta, tivemos: "Gli Argini del Tempo" (Inédita no Brasil - feita por Alessandro Sisti e Claudio Sciarroni) e nêste mês de julho estou trabalhando num terceiro episódio: "Il Raggio Nero" agora desenhado por Lorenzo Pastrovicchio que deverá ser lançada em novembro de 2015, semanalmente. Serão tantas articulações nas tramas emocionantes do Superpato para atender à satisfação dos leitores, que assim esperamos de poder recontar tôdas as novas aventuras com o mesmo entusiasmo de 20 anos atrás!


9) Francesco, mais uma vez obrigado pela sua participação no blog "Chutinosaco". Gostaria de deixar uma mensagem para seus fãs brasileiros, que admiram seu trabalho como escritor de histórias em quadrinhos Disney?


R: Simplesmente, eu queria muito agradecer à tôdo mundo! É belíssimo ver as próprias histórias traduzidas em outras línguas e serem lidas em outras partes do mundo. É um pequeno privilégio que sómente é possivel pela fôrça universal que têm os personagens Disney.
Boa sorte e boa leitura à tôdos!

Francesco Artibani

FRANCESCO ARTIBANI IN ITALIANO

Buongiorno, Luiz!
Rispondo qui di seguito alle varie domande (Se c’è qualcosa di poco chiaro fammi sapere!)


1) Quando e come hai iniziato a lavorare facendo gli script per storie Disney? E quando si scrive, si sa che cosa il disegnatore di fumetti trasformerà le vostre idee in disegni?

R: Ho cominciato a collaborare con la Disney agli inizi degli anni Novanta, tra il 1991 e il 1992. Ho inviato i miei primi soggetti a Massimo Marconi  che - oltre ad essere un grandissimo sceneggiatore - all’epoca era anche il responsabile delle sceneggiature. Quando scrivo una storia non so quasi mai chi è che la disegnerà e quindi ogni volta è una grande sorpresa. Scrivere storie senza conoscere il disegnatore è un buon esercizio perché mi obbliga ad essere chiaro e preciso nelle descrizioni delle pagine.


2) I suoi scritti sono particolarmente meticoloso, e ci fanno viaggiare in avventure, a mio parere, è una visione più classica e moderna allo stesso tempo. Come fate il vostro ricerca di lavoro, quando si ha un’idea?


R: Ti ringrazio per questa osservazione. Nelle storie che scrivo cerco di fare esattamente questo, mescolando a trame e personaggi classici degli elementi insoliti in grado di portare qualche sorpresa e qualche novità in quegli intrecci. Per le trame che scrivo posso partire da un’idea, un’intuizione oppure andare a cercare la storia documentandomi, approfondendo argomenti o epoche storiche. La parte del mio lavoro che preferisco è proprio quella della documentazione e della costruzione della trama perché per me è un’occasione di scoperte sempre nuove.


3) Parlerò un alter ego di Paperino mi piace molto. Le sue avventure con Paperinik ha 70 pagine come "Terremoto", "invasione!" tra gli altri. Mi chiedo come era che si doveva l'incredibile idea di cambiare l'universo del personaggio, creato da Elisa Perina e Guido Martina, nel 1969.


R: La nuova versione di Paperinik (nota in Italia come “PK”) è nata perché il personaggio del Paperinik tradizionale nato alla fine degli anni Sessanta cominciava ad essere un po’ più stanco, meno divertente di quanto non fosse all’inizio della sua carriera. Alla metà degli anni Novanta il fumetto americano di supereroi aveva raggiunto la sua massima espansione e quindi la redazione ha messo insieme un gruppo di giovani autori (all’epoca eravamo  giovani…) per provare a ripensare Paperinik in una nuova veste più vicina a quella dei comics americani. Nacque così “PK”, un mensile in formato comico book con storie più adulte e una versione grafica più aggressiva, nel disegno e nei colori. In Italia è stato un grande successo che ancora oggi ha un grande seguito e ha contribuito a formare una generazione di autori e di lettori.


4) "Pippo sarà Cavaleri Allatti" (1998) - senza precedenti in Brasile - per esempio, è una storia epica. È anche scegliere i temi che verranno utilizzate nel vostro lavoro creativo?


R: Sì, anche i temi vengono sempre proposti dagli autori (ma quando occorre è naturalmente la redazione a commissionare delle trame particolari). Nel caso della storia in tre parti di Pippo è stata una mia proposta; questo genere di esperimenti si facevano e si continuano a fare ed è sempre divertente provare a portare i personaggi Disney in mondi alternativi, proponendo versioni diverse di quei caratteri ma sempre fedeli all’originale.


5) Raccontaci la tua esperienza di scrittura con Tito Faraci, "Topolino e Fiume del Tempo", dove il personaggio si riferisce al passato?


R: Quella storia è nata per celebrare i 70 anni di vita di Topolino, nel 1997. Io e Tito ci siamo trovati a discutere di spunti e idee ed è stato naturale metterci a lavorare a quattro mani su una trama che fosse speciale in tutti i sensi, prendendo il Topolino di oggi e riportandolo alle sue origini (quelle di “Steamboat Willie”). Ci siamo chiusi in casa e abbiamo lavorato notte e giorno dividendo la stessa tastiera. E’ stato un momento speciale e, probabilmente, irripetibile (anche se con Tito abbiamo lavorato ancora con lo stesso metodo per altre due storie disneyane e una lunga storia di "Lupo Alberto" disegnata da Giorgio Cavazzano).


6) Le loro cover di idee per la rivista "Topolino" sono allegre, sempre con un tema divertente. Com'è lavorare con Corrado Mastantuono?

R: Con Corrado ho realizzato un bel po’ di copertine fino ai primi anni Duemila. Corrado è un grandissimo talento del disegno, uno che sa disegnare qualsiasi cosa, da Topolino a Tex, sempre a livelli di eccellenza assoluta. Per quelle copertine realizzavo dei bozzetti, dei layout, li inviavo alla redazione e quelli approvati finivano sul tavolo di Corrado che li trasformava in veri capolavori. Realizzare copertine è sicuramente faticoso perché occorre un’idea che sia semplice ed efficace allo stesso tempo, tutte le settimane. Ogni volta che posso lavorare con Corrado è sempre una festa!


7) Avete creato la storia "Zio Paperone e L'ultima Avventura", dove il personaggio deve affrontare tutti i nemici in una volta. Poi si presenti Scrooge in "Moby Dick" - che è a mio parere un capolavoro come adattamento del classico di Herman Melville. Come ha fatto queste meravigliose ispirazioni avventure?

R: Non ne ho idea! Gli spunti arrivano, ne arrivano tanti e cerco di coglierli tutti. Spero di riuscire a coglierne ancora tanti per molto altro tempo...


8) Paperinik in: "Potere Potenza" e ci si può aspettare le storie più incredibili con questo personaggio nei prossimi numeri di "Topolino”?

R: Quella è stata la storia che, nell’estate del 2014 ha riportato Paperinik (quello nella versione “super”) in edicola e sulle pagine di “Topolino”. A quella storia ne è seguita un’altra (“Gli argini del tempo” di Sisti e Sciarrone) e sto lavorando in questi mesi a un terzo episodio “Il raggio nero”, ancora disegnato da Lorenzo Pastrovicchio, in uscita a novembre 2015 sempre sul settimanale. Ci sono tante trame articolate e movimentate per Paperinik, c’è l’attenzione il gradimento dei lettori e quindi speriamo di poter raccontare tutte le nuove avventure con lo stesso entusiasmo di vent’anni fa!


9) Francesco, ancora una volta vi ringrazio per la vostra partecipazione al blog "Chutinosaco Brasile". Vuoi lasciare un messaggio per i tuoi fan brasiliani, che ammirano il suo lavoro di scrittore di storie a fumetti Disney?

R: Voglio ringraziarli tutti, molto semplicemente! E’ bellissimo vedere le proprie storie tradotte in altre lingue e saperle lette da persone che vivono dall’altra parte del mondo. E’ un piccolo privilegio che è reso possibile solo dalla forza universale che hanno i personaggi Disney.
Buona lettura e buona fortuna a tutti!


Francesco Artibani

23.7.15

ESQUILOSCANS GOLD SELECTION 04

Nêste volume de 500 páginas virtuais, o nosso pato "sovina mais querido do mundo" - Tio Patinhas é o grande homenageado! Aproveitem esta sensacional compilação de histórias de autores clássicos, feita com muito amor, pelo Grupo Esquiloscans.
Produção: Esquiloscans

22.7.15

ZORRO - BLOG FANTASMA BRASIL 01

O amigo Roberto Sabino do blog "Fantasma Brasil" realizou uma coletânea em sete volumes, com várias histórias do eterno herói mascarado - que foi imortalizado pelo ator Guy Williams na série de Walt Disney, criado originalmente por Johnston McCulley. Vamos disponibilizá-las semanalmente para vocês. Boa diversão!
Produção: Blog Fantasma Brasil
LINK GRATUITO PARA DOWNLOAD

JOÃO & NÉIA: OS SCANS QUE NINGUÉM FAZ

Venho fazer um convite "quadrinístico" à todos os amigos e visitantes do "Chutinosaco": o casal João & Néia - que sempre colaborou com os "Blogueiros BR/PT" através de suas doações de gibis incríveis que tanto enriqueceram as nossas coleções virtuais - fizeram o blog diferenciado:
"SCAN QUE NINGUEM FÊZ".  CLIQUE: https://scanqueninguemfez.wordpress.com/
Visitem agora mesmo e vejam o enorme material de gibis inesqueciveis que estão disponibilizando - de tôdos os autores, GRATUITAMENTE na web. Desejo boa sorte e sucesso nesta empreitada aos nossos amigos João & Néia!

20.7.15

NOVA SELEÇÕES COLORIDAS 04

Numa segunda-feira em 18 de julho de 1955, o parque temático mais famoso do mundo foi inaugurado, definitivamente!
O nosso blog ("Coincidentemente" aficcionado em Walt Disney) preparou uma seleção especial de histórias com quase tôdos os personagens Disney visitando a "Disneyland Park", em aventuras divertidas produzidas por grandes autores, em épocas diferentes. 
Eu fiz a capa com a espetacular estátua "Partners" (Esculpida com detalhes precisos) criada por Blaine Gibson e que se encontra enfrente ao castelo da Cinderela.

LINK GRATUITO PARA DOWNLOAD EM CBR. 


17.7.15

17-07-1955, DOMINGO NEGRO?

A "Disneyland" foi o primeiro de dois parques de diversões construídos no "Disneyland Resort". É o único parque temático projetado e construído sob a supervisão direta de Walt Disney e, originalmente era a única atração na propriedade. Seu nome foi mudado posteriormente para "Disneyland Park" para distinguí-la do complexo que surgiu na década de 1990.
Walt Disney veio com o conceito da "Disneyland" após visitar vários parques com suas filhas na década de 1930 e 1940. Êle inicialmente visava apenas construir uma atração turística vizinha aos seus estúdios cinematográficos em Burbank, para entreter os fãs. No entanto, êle logo percebeu que o lugar proposto inicialmente era muito pequeno. Ao contratar um consultor para ajudá-lo a determinar um local apropriado para seu projeto, Walt comprou um local de 65 hectares próximo a Anaheim em 1953.
A construção começou em 1954 e o parque foi inaugurado durante um evento especial televisionado no canal ABC em 17 de julho de 1955. 
A inauguração do parque ocorreu num evento para a imprensa internacional, visitantes convidados e artistas. Embora 28 mil pessoas tenham comparecido, apenas metade dêles eram verdadeiros convidados, com o resto adquirindo ingressos falsificados ( E isso já naquela época!). 
Os eventos especiais de domingo foram televisionados nacionalmente e apresentados por grandes amigos de Walt Disney - 3 astros de Hollywood: Robert Cummings, Art Linkletter e Ronald Reagan.
A "ABC TV" (Hoje do Grupo Disney) transmitiu o evento ao vivo, enquanto muitos visitantes tropeçavam nos enormes cabos de câmera da televisão, e outras confusões aconteciam. Em "Frontierland", por exemplo, a câmera mostrou Robert Cummings beijando uma dançarina. 
Quando Disney começou a apresentar "Tomorrowland", êle leu uma parte do texto na "dália" e de repente parou. Quando um técnico avisou, Walt percebeu que estava ao vivo, e disse: - "Eu pensei que tive um sinal" - e recomeçou a ler tudo de nôvo. Em outra situação inusitada,  enquanto estava na "Fantasyland", Linkletter tentou chamar Cummings, que estava no navio pirata.
Como êste não estava preparado, tentou retornar a transmissão para Linkletter, que havia perdido seu microfone. Aí êle começou a procurá-lo desesperadamente em frente do "Mr. Toad's Wild Ride" - para lhe entregar o seu, e tudo ao vivo!
O tráfego aumentou nas duas pistas da Harbour Boulevard. Pessoas famosas que estavam agendadas para aparecer a cada 2 horas na transmissão, apareceram tôdas de uma vez. A temperatura estava mais alta que o normal (38° C) e devido a uma greve dos bombeiros locais, Walt Disney teve que decidir: ou teria seus bebedouros funcionando ou os banheiros - evidentemente a segunda opção foi escolhida, deixando muita gente com sêde. 
Isto gerou uma publicidade negativa, visto que a Pepsi patrocinou a abertura do parque. Visitantes desapontados acreditavam que os bebedouros desligados era uma forma disfarçada de forçar a venda do refrigerante, enquanto outros fornecedores acabavam com a comida. O asfalto que havia sido derramado naquela manhã estava mole o suficiente para o salto das mulheres afundar nêle. Um vazamento de gás em "Fantasyland" causou o fechamento à tarde de "Adventureland" e de "Frontierland". 
Irresponsávelmente, alguns pais chegaram a jogar seus filhos nos ombros de outras pessoas na multidão para fazê-los entrar nas atrações, como no "King Arthur Carrousel". Anos mais tarde, Walt Disney e seus executivos se referiam à  17 de julho de 1955, como: "Black Sunday" (Domingo Negro). Depois do caos da abertura, o próprio Disney convidou os presentes para voltarem no dia seguinte para experimentarem  a "Disneyland" verdadeiramente.
Uma multidão fêz uma fila interminável à partir das 2 horas da madrugada. Curiosamente, a primeira pessoa a  entrar no parque foi David MacPherson, com o ingresso número 2 - pois Roy Oliver Disney (Irmão de Walt) conseguiu comprar o ingresso 1 de Curtis Lineberry, que era gerente de admissões.
No entanto, existe uma foto oficial de Walt Disney com duas crianças: Christine Vess Watkins (5) e Michael Schwartner (7) - que, por desatenção de sua equipe errôneamente foram identificados como os "dois primeiros visitantes da Disneyland".
Ambos receberam ingressos  vitalícios para visitarem o parque naquele mesmo dia, além de MacPherson (O segundo visitante) também ser, premiado depois com esta "dádiva". Mais tarde, esta determinação concedida aos três jovens foi expandida para TÔDOS os parques do Grupo Disney. 
Na segunda-feira (18/07/1955) o parque foi reaberto ao público, apresentando 20 atrações e aproximadamente 50 mil visitantes compareceram.
Desde sua abertura, a "Disneyland" passou por várias expansões e renovações, incluindo a adição da "New Orleans Square" em 1966, "Bear Country" (Hoje o Critter Country) em 1972 e o "Mickey´s Toontown" em 1993. O "Disney California Adventure Park" foi construído no local do estacionamento original da "Disneyland" e abriu em 2001.
A "Disneyland" possui o maior público acumulado dentre todos os parques temáticos do mundo, com mais de 650 milhões de visitantes desde sua abertura. Em 2013, o parque atraiu aproximadamente 16,2 milhões de visitantes, e se tornou o terceiro parque mais visitado do mundo naquêle ano. De acôrdo com um relatório de março de 2005 da The Walt Disney Company, há 65.700 empregos sustentados pelo "Disneyland Resort", que inclui 20 mil empregos direitos no resort e 3.800 terceirizados.

A "Disneyland Park" teve quatro fechamentos não programados: 
1) 1963, após o assassinato do Presidente John F. Kennedy. 
2) 1970, devido a um protesto anti Guerra do Vietnã, instigado pelo Partido Jovem Internacional. 
3) 1994, para inspeção após o terremoto Northridge de 1994. 
4) 2001, após os ataques de 11 de setembro. 
Fonte de Pesquisa: Wikipédia, a Enciclopédia Livre

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